Documentário sobre Woody Allen

Tô louca pra ver.

O diretor Robert Weide acompanhou Woody Allen por um ano e meio para realizar o documentário, que traz entrevistas com gente como Diane Keaton, Larry David, Penelope Cruz, Scarlett Johansson, Sean Penn e Antonio Banderas, entre outros.

Mulher de Branco ganha documentário que tenta desvendar os mistérios da andarilha



Mesmo antes que Anamaria de Carvalho, conhecida como A Mulher de Branco de Ipanema, se sente à mesa do bar, o produtor de cinema Álvaro Saad Peixoto pede uma sobremesa para ela: brownie de chocolate com “sorvete e bastante calda”. O diretor Chico Canindé chega em seguida com ela e se apressa em pedir o prato, até saber que ele já estava a caminho. Ele e Álvaro já conhecem os hábitos e gostos de Ana — que incluem fumar vários cigarros por dia e tomar Fanta uva — graças à convivência por dois anos e meio com ela, tempo que levou para a dupla realizar o documentário ‘Anamaria — A Mulher de Branco de Ipanema’.

De tanto ser vista andando pelo bairro, Anamaria se tornou um símbolo dele. “Eu a conheço de vista há muito tempo. Em 1994, estava no calçadão quando ela apareceu, toda de branco, olhou para mim e me deu uma flor. Fiquei abalado”, lembra Chico. “Em 2009, resolvi fazer o filme. Sabia que ela ficava em frente ao Rex (bar na rua Vinicius de Moraes), liguei para lá e pedi para falar com ela, me apresentei como jornalista e ela começou falando inglês”, conta.

Filha do radialista Luiz de Carvalho, Anamaria foi casada com o cantor Marcos Valle de 1965 a 1969, época em que viveu fora do País, foi cantora (‘Samba de Verão’, grande sucesso de Marcos, tem vocais dela, que também cantou com Sérgio Mendes) e trabalhou como modelo.

Depois, Anamaria voltou para o Rio e tornou-se uma andarilha, chamando a atenção pelo visual exótico. Os motivos que a levaram a viver em um mundo paralelo seguem sendo um mistério. “Há quem diga que ela ficou assim pelo uso de drogas, ou por dor de amor. Não quis entrar nesse mérito porque perderia o encanto”, diz Chico. Aos 64 anos, ela vive em um apartamento no bairro, onde tem uma acompanhante, e tinge os fios no Werner.

Atualmente se vestindo de azul, ela brinca com sua atração pela cor branca. “Tenho uma amiga que diz: ‘O único dia em que você está comum é no Réveillon, porque todo mundo está de branco’”, diz Anamaria, justificando por que não anda frequentando a praia. “São ordens celestiais. Eu só obedeço. Tenho postura suíça: não sou contra nem a favor”, diz, emendando com uma gargalhada.

Anamaria antes de perambular por Ipanema

‘Ela adotou uma maneira de viver poética’, diz Lobão

Produzido de forma independente, o documentário ‘Anamaria — A Mulher de Branco de Ipanema’ vem sendo apresentado em sessões especiais. No filme, o diretor entrevista pessoas que convivem ou conviveram com Anamaria, como o cantor Lobão e a atriz Guilhermina Guinle.

O filme traz na trilha três faixas gravadas por Anamaria em Buenos Aires, em 1974: ‘Rebuliço’, ‘Suco de Tomate Frio’ e ‘Movimento do Ar’, além da música-tema ‘Mulher de Branco’, de Pedro Lenz, gravada por Nana Carneiro.

No filme, Lobão tenta definir a trajetória de Anamaria: “Ela é uma pessoa que adotou uma maneira de viver poética”. A preferência pela cor branca também é justificada pela protagonista do documentário. “É por ser uma cor com uma energia boa e que fotografa bem”, comenta Anamaria, que aparece dançando, livre, leve e solta, na Praia de Ipanema.

(matéria publicada hoje no jornal O Dia).

Por que o McDonald’s quebrou na Bolívia

O McDonald’s tem 480 restaurantes no Brasil, 192 na Argentina, 180 na Venezuela, 97 na Colômbia, 55 no Chile, 20 no Peru, 19 no Equador e Uruguai e 7 no Paraguai. Mas na Bolívia, as oito lojas que funcionavam em La Paz, Cochabamba e Santa Cruz tiveram que ser fechadas em 2002, depois de cinco anos.

Segundo o documentário ¿Por qué quebró McDonald’s?, Fernando Martinez, o motivo é a força da cultura alimentar do país. O site TreeHugger entrevistou o diretor.

Aqui o trailer do filme:

Os punks também amam (os filhos)

Fiquei louca pra ver The Other F* Word, documentário de Andrea Blaugrund Nevin que mostra artistas punks que se tornaram pais. Nomes como Flea (Red Hot Chili Peppers) e Fat Mike (do NoFX) contam como formar uma família mudou suas vidas. Deve ser no mínimo curioso ver como pessoas que sempre falaram contra a autoridade fazem pra educar seus filhos.

Rock brasileiro no cinema

Começa amanhã no CCBB a mostra O Cinema Rock’n’Roll – Filmes Brasileiros da Jovem Guarda aos Dias de Hoje, com obras que abordaram o rock ou foram influenciados por ele nos últimos 50 anos. Além dos 19 longas, serão exibidos quatro curtas e diversos clipes (inclusive de bandas indies, como Cigarettes, Pelvs e Low Dream). Tudo de graça (com senhas 1h antes), até 6 de outubro.

Entre eles os longas, estão Caveira My Friend (1970), de Álvaro Guimarães, de onde Bernadete Dinorah tirou seu nome artístico de Baby Consuelo (que era uma personagem do filme), e Minha Sogra é da Polícia (1958), de Aloisio Teixeira de Carvalho, com Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Carlos Imperial como banda de apoio de  Cauby Peixoto:

 

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