Arte com fita cassete

Simplesmente linda essa série da artista plástica Erika Iris Simmons, que fez retratos de celebridades com fitas cassete. É possível ver a coleção e até comprar obras pelo site da artista.

Robert Smith, The Cure

Beatles

Marilyn Monroe

James Franco também canta…

O ator James Franco divulgou ontem o clipe de “Love in the old days”, primeiro single do Daddy, seu projeto com o músico e amigo Tim O’Keefe, que lançou ontem um EP. O clipe foi dirigido pelo próprio Franco, e a música traz vocais de ninguém menos que Smokey Robinson. E não é que a música é uma delícia?

<3

Um livro para se ler no escurinho do cinema

Quase três décadas de cobertura cinematográfica deram à jornalista Ana Maria Bahiana autoridade e conhecimento suficientes para escrever o livro ‘Como Ver Um Filme’ (ed. Nova Fronteira, 256 págs., R$ 39,90).

“Dou uma série de ferramentas para que o aproveitamento do filme seja maior. Ao descobrir o que o realizador quer passar, você se torna cúmplice de uma espécie de 3D mental”, explica Ana Maria.

O livro foi sendo feito simultaneamente a uma série de cursos ministrados por ela Brasil afora. “Não é um livro para cineastas ou teóricos. A ideia é formar plateias informadas, críticas e, com o curso, vi que o assunto interessava a pessoas dos mais diferentes perfis”, conta. “O cinema promove uma volta à nossa imaginação. Ele é tão forte que a Nigéria tem uma cena cinematográfica fortíssima e não tem salas de cinema. É tudo feito em VHS e projetado em lençóis.”

Vivendo desde 1987 em Los Angeles, Ana integra a Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood — que é responsável pela premiação do Globo de Ouro —, e pode conhecer melhor a mais poderosa indústria de cinema do mundo. “O que me interessa é o processo de feitura de um filme e me dediquei a isso”, diz.

“Queria entender o mecanismo financeiro. Em última análise, é ele que define o produto final. Não importa se é um filme de Hollywood ou um independente das Filipinas: você vai moldando o filme de acordo com a realidade financeira. É o mesmo dilema: ‘Tenho um filme para fazer e preciso arrumar dinheiro’”.

COMO SE PREPARAR PARA O FILME

INFORME-SE
“Leia sobre a produção de um filme antes de vê-lo. Procure compreender o que foi envolvido no processo de levar o projeto à tela”.

GÊNEROS
“Servem de código de compreensão tanto para realizadores como para nós, na sala escura”, descreve Ana. A saga ‘Harry Porter’, por exemplo, é classificada como Ação e Aventura, e seu personagem principal, definido como ‘Herói Extraordinário’. “Os melhores entre eles não são declaradamente heroicos desde o início, mas se parecem ilusoriamente com qualquer um de nós. Seus dotes excepcionais ocultam-se até o momento do desafio, o ‘chamado’ da jornada do herói”.

PRESTE ATENÇÃO
“Experimente ver cenas-chave de alguns filmes sem som. Que diferença você percebe? Ouça uma sequência conhecida com os olhos fechados e tente perceber as camadas de som que estão narrando e complementando as imagens”.

(matéria publicada no jornal O Dia)

Festival de Cannes 2012

Melhor cartaz.

Baby Leah

Coisa mais linda do mundo.

Dessa página no Facebook.

Um clássico

‘Profissão MC’: Criolo no cinema

O diretor Buzo, DJ Dan Dan e Criolo (Doido)

Tá rolando no Facebook o link pro filme Profissão MC, de 2009, na íntegra. Dirigido por Alessandro Buzo e Toni Nogueira Toni Nogueira, ele é estrelado pelo então Criolo Doido.

Charlotte Gainsbourg será ‘Ninfomaníaca’

 

'Anticristo' tem sexo explícito

Só a Charlotte Gainsbourg pra emplacar o terceiro trabalho seguido com Lars von Trier: a atriz será a personagem principal de Ninfomaníaca, próximo longa do diretor dinamarquês. Segundo ele andou dizendo por aí, o filme vai mostrar a vida sexual de uma mulher até seus 50 anos. Se lembrarmos das cenas de sexo entre Charlotte e Willem Dafoe em Anticristo, dá pra esperar imagens explícitas. Aliás, Dafoe e  Stellan Skarsgard (que também está em Melancolia, que também contou com Charlotte no elenco) são outros nomes contados para participar do longa.

O diretor dinamarquês não deve ser uma pessoa fácil. Vide a história do festival de Cannes ano passado, quando ele declarou simpatia por Hitler. Ou quando filmou Dançando no escuro (2000) e brigou com a Björk (ok, outra pessoa com fama de “facinha, facinha”…). Nicole Kidman não quis fazer Manderlay (2005), segundo filme da “trilogia americana” (até hoje inacabada, já que ele nunca filmou o terceiro longa, Washington), depois de arrasar em Dogville (2003).

Sou muito fã da Charlotte, como atriz e como cantora. Graças à minha admiração pelo pai dela, o gênio Serge Gainsbourg, conheço relativamente bem o trabalho dela, desde criança – e aí dá pra entender como a atriz chegaria até Antricristo

Só alegria no set de 'Anticristo'

Planeta D2

Quando batizou seu primeiro disco solo de ‘Eu Tiro é Onda’, Marcelo D2 provavelmente não imaginava o quão profética seria essa frase. Aos 44 anos, o rapper, que se apresenta sábado na Fundição Progresso, comemora as constantes viagens para apresentações no exterior — numa dessas, foi capa do suplemento cultural do ‘New York Times’ —, prepara um novo CD, com um clipe para cada música, gravados em diversas cidades pelo mundo, e um filme sobre sua ex-banda, Planet Hemp.

Com o nome provisório de ‘A Hora É Agora’, o longa foi idealizado por Johnny Araújo, que dirigiu diversos clipes de D2, entre eles o premiado ‘Qual É’. Tudo surgiu a partir de uma frase dita pelo rapper a Johnny: “Eu vivo um sonho que não é meu”, falou D2, referindo-se a Skunk, que fundou o Planet Hemp com Marcelo e que morreu de Aids em 1994, pouco antes de a banda estourar. Com roteiro de Patrícia Andrade, Nelson Motta e Luiz Bolognesi, o longa vai do encontro dos dois, quando Marcelo era camelô, até pouco antes do lançamento do primeiro CD do Planet, ‘Usuário’. No elenco, João Miguel, Stepan Nercessian (que será o pai de D2), Nanda Costa (que vive Dora, mãe de seu filho mais velho, Stephan) e Seu Jorge. Para o papel de Marcelo, estão sendo feitos testes, pelos quais já passaram seu filho Stephan, o rapper Emicida e o ator Thiago Martins.

NEM TÃO RELAX ASSIM
Os tempos difíceis ficaram para trás, mas Marcelo diz que ainda sofre preconceito. “Levo dura e para mim táxi não para. Ontem mesmo, no Humaitá, chovendo, eu e um camarada que é negro demoramos 20 minutos para pegar um táxi”, conta ele. As duras, no entanto, hoje são bem mais tranquilas que no passado. “Os caras me param e, quando reconhecem, dão aquela sacaneada: ‘Ih, deve estar cheio de bagulho aí’. E me liberam”.

Ele acredita que o preconceito contra os usuários de maconha diminuiu e garante que a droga não é assunto proibido com seus filhos (ele é pai de dois meninos e duas meninas). “Não tem essa de fumar escondido, beber escondido. Não acho demérito nenhum. A atitude é exemplo. Não adianta o cara que se diz crente e mete a porrada na mulher”, defende ele, que jura que não vai ser problema se um de seus filhos vier a fumar. “Lógico que vou achar relax, nunca vi maconheiro batendo nos outros”, exemplifica.

Com produção de Mario Caldato Jr., o novo CD terá 16 faixas e o mesmo número de clipes. Oito já foram gravados: dois em Nova York (um deles no estúdio que era de Jimi Hendrix, que ele traz tatuado no braço), dois no estado da Califórnia, um em Luanda (Angola) e três no Rio. “Tenho feito bastante show no exterior e a ideia veio daí, comecei a filmar as apresentações nas cidades”, conta.

Quando passou um mês em Nova York, em julho, para um show no festival ‘SummerStage’, foi parar no ‘New York Times’. “Foi demais! Meus amigos rappers de lá disseram: ‘Você vem, passa um mês aqui e faz a capa’”, diverte-se. “Engraçado é que, no ano passado, eu fui ao ‘SummerStage’ e saí amarradão querendo tocar lá, no Central Park”, lembra.

Volta do Planet Hemp é uma possibilidade remota

SEM VOLTA Apesar de os fãs falarem muito em uma volta do Planet Hemp (esperança que cresceu com o show do grupo ano passado, na festa dos 25 anos da MTV), a possibilidade é remota. “O que a gente tinha naquela época não existe mais, a rebeldia dos 20 anos, a porradaria que a gente queria tocar. Não tem por que ficar vivendo do passado”, acredita D2. “A gente tentou fazer agora uma turnê, mas só para tentar falar sobre já não deu certo: era ‘ah, não quero’, ‘não posso’, ‘estou em turnê’, ‘tenho coisa para fazer’. Ninguém diz: ‘Porra, vamos voltar?’”, ri.

DOCUMENTÁRIO Um projeto que ele pretende pôr em prática em 2012 é um documentário sobre a história do hip hop no Rio. “Tem essa coisa de que São Paulo é o berço do rap no Brasil. Beleza, mas eu, Gabriel (Pensador), MV Bill somos cariocas. Se for contar a quantidade de rappers bem-sucedidos, no Rio tem mais. Quero lembrar a cena do começo da década de 90, a partir do ‘Tiro Inicial’, primeiro disco de rap carioca. E hoje também tem uma cena legal”, diz.

(no alto, a matéria como foi publicada hoje, no jornal O Dia)

A curta história do Big Star

Apesar de ter durado menos de uma década e ter lançado apenas três discos, a banda americana Big Star foi muito querida pela crítica e influenciou as gerações seguintes de artistas (como o Teenage Fanclub, por exemplo). Dá pra dizer que eles são os fundadores do rock alternativo, ou daquilo que chamamos de indie rock.

A banda voltaria a se reunir nos anos 90 (sem o vocalista e guitarrista Chris Bell, que morreu em 1978) e viu uma música sua chegar ao grande público em 1998: “In The Street”, que teve uma versão (gravada por Ben Vaughn) usada na abertura do seriado That 70′ Show.

A história do grupo é revisitada no documentário Nothing Can Hurt Me: The Big Star Story, produzido e dirigido por Drew DeNicola e Danielle McCarthy, que traz depoimentos de integrantes de bandas como R.E.M. e The Replacements, entre outros. Dá pra acompanhar as novidades na fanpage do filme no Facebook.

Já existe um trailer:

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