Vencedor da promoção Marcelo Jeneci canta Roberto Carlos + Exalta Rei!

O vencedor da promoção é o Roberto Peres, que levou um par de ingressos para o show. É só ir amanhã (sábado, 7 de julho), na entrada de convidados do Circo Voador, até meia-noite, com a carteira de identidade.

Promoção: Marcelo Jeneci canta Roberto Carlos + Exalta Rei!

O cantor, compositor e multi-instrumentista apresenta amanhã no Circo Voador suas releituras para obras de Roberto Carlos que marcaram sua vida, como “O Outro Lado Da Cidade” e “Esqueça”, além de músicas de sua autoria, como “Pense Duas Vezes” e “Felicidade”.

Ele sobe ao palco acompanhado por sua banda: Laura Lavieri (voz e piano), Régis Damasceno (baixo), Estevan Sinkovitz (guitarra), João Erbetta (guitarra) e Richard Ribeiro (bateria) e um trio de metal.

A noite tem show de abertura do bloco Exalta Rei!, que, além de recriar o repertório de Roberto Carlos, faz versões de músicas de sucessos do Rei do Pop, o Rei do Baião e até o Ray Charles.

Vou sortear um par de ingressos para o show. Pra concorrer, basta fazer  um comentários neste post, com nome, sobrenome e email válido. O resultado sai na sexta-feira, depois das 18h. Só maiores de 18 anos podem concorrer.

Marcelo Jeneci canta Roberto Carlos + Exalta Rei!
Sábado, 7 de julho
Às 23h
Circo Voador. Rua dos Arcos s/nº, Lapa (2533-0354).
R$ 60 (estudantes, maiores de 65 anos e quem levar 1kg de alimento não-perecível pagam meia). 18 anos.

Trilha sonora da fábula de Cris Braun

Ela conheceu a estrutura das grandes gravadoras com o grupo Sex Beatles, do qual era vocalista e que teve dois discos lançados nos anos 90, caindo nas graças de nomes como Marina e Renato Russo. Desde 1997, no entanto, quando abraçou a carreira solo, a cantora e compositora Cris Braun segue independente. Sem pressa, de mansinho, ela chega agora ao terceiro CD, o delicado e cheio de detalhes ‘Fábula’.

A gaúcha — que chegou semana passada aos 50 anos — viveu no Rio de 1980 a 2005, quando voltou para Maceió, onde havia morado na adolescência. É de lá a banda que vai acompanhá-la na turnê que inicia mês que vem, Os Fabulosos: Aldo Jones e Eduardo Bahia (guitarras), Dinho Zampier (teclados) e Fernando Coelho (bateria). No Rio, se juntam a eles Billy Brandão (guitarra) e Pedro Ivo Euzébio (programações e guitarra), os produtores de ‘Fábula’. “Quero ser banda, chega de solo. Tô preparando o terreno. Vamos tentar andar por esse mundão”, diz.

O primeiro trabalho de Cris fora do Sex Beatles, ‘Cuidado com Pessoas Como Eu’, saiu em 1997. Foram sete anos até o disco seguinte, ‘Atemporal’. E agora mais oito até chegar ao novo álbum. “Entre um CD e outro, eu vivi, observei, cozinhei, amei, desamei, joguei tênis… e isso tudo pensando no disco que estava fazendo. Gerúndio de verdade. Sempre estive ‘fazendo’ os discos que finalmente fiz”, garante Cris.

“Tive um projeto com Marcos Kuska Cunha e Billy Brandão, o Combo Man, entre o primeiro e o segundo disco. Também tem o fato de ser entre amigos, onde dependíamos do tempo de cada um, da verba pouca, o meu tempo de conceber, que é lento. Uma conjunção de fatores que, no fim das contas, acho positivo, no meu caso. Meus discos são muito trabalhados”, conta.

Para ela, ‘Fábula’ foi o mais difícil dos três. “Tinha uma canção e a ideia duma historinha. A trilha de um filme inexistente. A trajetória encurtada da vida de um ser humano contemporâneo urbano”, explica. “O repertório foi uma espécie de quebra-cabeças. O cantor Wado e o poeta Fernando Fiúza, meu amigo e parceiro, foram importantes nesse processo. Gravei duas músicas de cada um”, resume.

Entre as 11 faixas, há ainda uma parceria do ex-Sex Beatles Alvin L. e Marina Lima (‘Deve Ser Assim’), uma dos alagoanos Júnior Almeida e Zé Paulo (‘Memória da Flor’, com participação de Celso Fonseca) e ainda uma de Lucas Santtana e Quito Ribeiro (‘Tanto Faz Para o Amor’), além de músicas da própria Cris, sozinha ou em parceria.

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