Björk lança novo disco

Björk lança hoje seu novo disco, Biophilia, que já está disponível pra audição há alguns dias. Além do CD convencional, as dez faixas do disco também estão à venda como aplicativo pra iPhone e iPad.  É possível interagir com as músicas: por exemplo, “tocar” o baixo na música “Thunderbolt” ou, através de um jogo,  remixar “Crystalline” (o vídeo abaixo dá uma idéia).

O turnê do CD também será inovadora: em vez de fazer um ou dois shows em várias cidades, Björk pretende se apresentar por pelo menos duas semanas num só local. O início foi em julho, em Manchester, na Inglaterra.

Meu pratinho-fetiche do Lamas

Uma vez, a Karla Prado, minha ex-dupla de blog, me mostrou um prato que ela criou no Lamas, restaurante tradicional aqui do Rio, refúgio dos famintos da madrugada. Não tava no cardápio, mas ela volta e meia pedia. A receita é simples: filé com fritas, cortado aperitivo, com molho de manteiga e salsa servido à parte. Eu me apaixonei. Vivo mostrando essa delícia pros amigos com quem vou lá – aliás, não consigo ir ao Lamas e não pedir. Nessas, acabei mostrando pro Pedro Landim, meu vizinho de blog no portal do O Dia. Ele aprovou e, numa visita ao Lamas com o Juarez Becosa, nosso amigo colunista da concorrência, contou a história do meu pratinho. Eles trocaram a batata frita por purê e a história foi parar no blog do Juarez. Adorei!

(a foto é de autoria do Juarez)

Tears For Fears

Hoje tem. E pior que eu acho que vai ser legal.

David Bowie ao vivo: sonho distante

Outro dia mesmo numa lista de discussão falaram sobre o estado de saúde do David Bowie, que não é dos melhores, mas agora tive uma triste confirmação. Segundo uma fonte, ele foi convidado para fazer dois shows aqui no Brasil e o agente foi direto: “Retired for good”.
Pode ser até que ele ainda venha a cantar, mas um show completo é fora de questão. Snif.
Desde que teve enfarte no palco em Munique, em 2004, ele tem preferido ficar mais quieto. De lá para cá, fez participações em shows de amigos, mas nunca mais fez um show inteiro. Bowie já havia sido convidado para tocar aqui em 2008, mas recusou.
Lembro aqui a homenagem feita a ele por Serge Gainsbourg, na música ‘Beau oui comme Bowie’ (um trocadilho em francês que significa “bonito, sim, como Bowie”). A música faz parte do álbum homônimo de Isabelle Adjani, todo composto por Gainsbourg e lançado em 1983. Abaixo, o áudio – o clipe não tem no YouTube, mas pode ser visto aqui.

Novo CD do Mayer Hawthorne

Mayer Hawthorne é figurinha fácil na minha playlist. Passou a ser mais ainda depois do show no Circo Voador, em janeiro, um dos mais legais deste ano. E aí na segunda-feira, o segundo disco dele, ‘How Do You Do’, vazou (o lançamento oficial foi na terça). Só tive tempo de ouvir agora, mas que beleza!

Assim como o anterior, ‘A Strange Arrengement’ (2009), o CD segue a onda de revival do soul. Mayer fez a lição direitinho com os mestres do gênero, acrescentando um frescor atual às músicas. Como bem disse o Danilo, o é o puro suco da maldade, músicas para cama, mesa, banho e pistinha de dança. Tudo isso com um ar cafa, mas ao mesmo tempo nerd-fofo. Corre lá no Grooveshark pra ouvir.

O primeiro clipe, pra variar, é muito divertido.

Florence + The Machine

Legal o clipe novo deles, “Shake it Out”:

Stevie em 1995

Por falar na apresentação do Stevie Wonder no Free Jazz, em 1995, tem um vídeo com trechos do show, e  já naquela época ele citou “Você abusou”.

Tem também o dueto com Gil em “I Just Called to Say I Love You”/”Só chamei porque te amo”, mas ficou confuso, o Gil visivelmente nervoso, embolando, cantando por cima do Stevie…

Vale muito a conferida, apesar do som não ser dos melhores.

Rock in Rio: eu Stevie

Durante o Rock in Rio acabei abandonando isso aqui. Mea culpa, mas fazer ‘Jornalismo Roitman’  e ficar em boa forma no dia seguinte não foi possível. Mas vou tentar postar aos poucos minhas impressões. Esse textinho sobre o Stevie Wonder, meu show preferido no festival (e um dos preferidos na vida), eu escrevi pro jornal O Dia. Mas queria frisar que, como eu já disse a alguns amigos, ainda não inventaram um vocabulário que dê conta de descrever o que eu senti, como eu me senti.
Boa parte do público amante de música já sabia que o show de Stevie Wonder (o segundo do cantor e compositor no Brasil, sendo que o primeiro foi no longínquo ano de 1995) prometia ser o melhor do Rock in Rio – embora, ironicamente, o dia 29 tenha sido o menos cheio do festival, o único que não teve os ingressos esgotados. Mas viver a experiência de um show do artista (principalmente pela primeira vez) supera qualquer expecativa. O cantor e compositor surgiu sem alarde, quando sua banda já estava no palco, tocando clavinete em “How Sweet She Is”, do também genial Marvin Gaye. Durante as quase duas horas de apresentação, o multiinstrumentista lembrou o público do porquê de tanta expectativa, ao cantar – com voz impecável, como se o tempo não tivesse passado para ele – um hit atrás do outro, das baladas às irresistivelmente dançantes: “Overjoyed”, “My Cherie Amour”, “Isn’t She Lovely”, “I Just Called to Say I Love You”… Ele ainda lembrou Bob Marley, com “Master Blaser”, e Michael Jackson, com “The Way You Make me Feel”, e jogou para a plateia ao chamar a filha Aisha, uma de suas backing vocals, para cantar “Garota de Ipanema”. Mas surpreendeu e mostrou que, quando disse amar a música brasileira, estava realmente falando a verdade, ao entoar o refrão de “Você Abusou”, de Antônio Carlos e Jocafi – música desconhecida de boa parte do público presente ali, que reunia diversas gerações. A apresentação pode ser definida pela expressão de Janelle Monae (que havia se apresentado mais cedo), convidada para dividir os vocais com Stevie Wonder em “Superstition”: com a expressão embasbacada, ela parecia não acreditar no que estava acontecendo. Nem nós, da platéia.
P.S. O título infame eu copiei do Leandro.

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