Só chamei

Só espero que o Gil não surja no palco do Stevie Wonder no Rock in Rio mandando um:

Tá chegando

Pedro Verissimo mostra novas canções em show hoje e na internet

Que ninguém se engane: o cantor Pedro Verissimo é muito mais que um sobrenome famoso. OK, ele é  filho do escritor Luis Fernando Verissimo. Mas, desde 1999 à frente da banda Tom Bloch, o gaúcho provou que tem talento de sobra, tanto em composição quanto em interpretação. Agora, ele mostra pela primeira vez seu repertório solo, em show hoje na Casa da Gávea.

“Eu tive uma sorte grande do meu pai também ter sido ‘filho de’. Ele era filho do Érico Verissimo e conseguiu criar uma carreira dentro da literatura também, mas completamente diferente. Então eu cresci vacinado, sabendo que era possível construir uma carreira com personalidade”, explica Pedro.

O show faz parte de um projeto selecionado pelo edital Petrobras Cultural na categoria Gravação Para Disponibilização Pela Internet. Até o fim do ano, dez músicas serão lançadas de graça pelo site www.pedroverissimo.com.br. “A ideia é lançar uma música por semana a partir de outubro”, conta Pedro. A primeira delas será ‘Eu Sempre Digo Adeus’.

O site também propõe uma interação com os ouvintes: quem quiser, pode enviar interpretações visuais das faixas, antes mesmo de ouvi-las. “Criei pequenos textos, com um pedacinho da letra e uma frase instigante, explicando as músicas”, descreve.

No show, ele se apresenta acompanhado por Fernando Aranha (seu parceiro na maior parte das canções) na guitarra e pedais, Marcello Cals na bateria e Claudio Alves no baixo acústico. A banda (mais o baixista Lancaster Lopes, que dividiu com Claudio as gravações do baixo) é a mesma do disco. “A maior parte das músicas tende a ser balada”, explica Pedro. “Esse é um projeto de pop. É um som mais suave”, descreve.

(Matéria publicada hoje no jornal O DIA)

Rock brasileiro no cinema

Começa amanhã no CCBB a mostra O Cinema Rock’n’Roll – Filmes Brasileiros da Jovem Guarda aos Dias de Hoje, com obras que abordaram o rock ou foram influenciados por ele nos últimos 50 anos. Além dos 19 longas, serão exibidos quatro curtas e diversos clipes (inclusive de bandas indies, como Cigarettes, Pelvs e Low Dream). Tudo de graça (com senhas 1h antes), até 6 de outubro.

Entre eles os longas, estão Caveira My Friend (1970), de Álvaro Guimarães, de onde Bernadete Dinorah tirou seu nome artístico de Baby Consuelo (que era uma personagem do filme), e Minha Sogra é da Polícia (1958), de Aloisio Teixeira de Carvalho, com Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Carlos Imperial como banda de apoio de  Cauby Peixoto:

 

E a Marisa Monte dançando com o Anderson Silva, no novo clipe?

 

Curti. Malandra, ela.

Mike Patton e Mondo Cane

Mike Patton, vocalista do Faith No More, fez um dos shows mais interessantes da segunda noite do Rock in Rio, senão o mais. Ele se apresentou com seu projeto Mondo Cane, só com músicas românticas italianas das décadas de 50 e 60.  Além de sua banda, ele contou com a participação da Orquestra de Heliópolis, formada por jovens da comunidade de São Paulo.

O palco Sunset atrasou tanto que o show, previsto para as 18h (e último daquele palco), começou às 19h40, quando o NX Zero já se apresentava no palco Mundo. O atraso fez com que o show do Stone Sour atrasasse também – ele só começaria depois que o palco Sunset estivesse encerrado. Porém, Patton resolveu tocar mais duas músicas enquanto o outro show já havia começado.

Aqui, ele recria a clássica Senza fine (1961), de Gino Paoli, a única que eu reconheci no show, e Sole malato (1967), de Domenico Modugno.

 

Obs.: Quando a gente entra no site do Faith No More, tem uma foto de uma mesa da Casa da Feijoada com a legenda: “Brazil!!!” <3

Sobre o Rock in Rio

A despeito da maioria das atrações do Palco Mundo ontem não me interessar – eu tava lá a trabalho, então não era questão de gosto -, o que me incomodou muito ontem no Rock in Rio foram as filas. Fiquei mais de uma hora pra conseguir comprar um sanduíche (teve gente que ficou mais ainda). Filas quilométricas pra cerveja, pro banheiro. Muita desorganização nesse sentido. A questão da segurança continuou sendo um problema (embora, dessa vez, nenhum conhecido meu tenha sido vítima): 190 ocorrências de roubo ou furto (foram 120 na segunda). Isso fora quem não registrou. E, hoje, domingo, já havia casos.

Apesar disso, até que a gente se divertiu (a foto lá em cima não me deixa mentir). Quinta tem mais.

E o Primal Scream ontem

Começa hoje minha maratona do Rock in Rio – que foi adiada pra que eu conseguisse assistir ao show do Primal Scream no Circo Voador, ontem. Uma hora e quarenta minutos de felicidade. Foi mais ou menos assim, ó:

Vou ficar sonhando na minha viagem à Cidade do Rock.

Entrevista com Patrick Laplan, do Eskimo

Saiu esta semana no site inglês Sounds and Colours (dedicado à música da América do Sul) uma entrevista minha com o Patrick Laplan sobre seu projeto Eskimo, que lançou o CD Felicidade Interna Bruta. Dá pra ler aqui. O grupo, aliás, se apresenta domingo, no estande do governo, às 18h.

Confira o primeiro clipe do disco, “Bipolar”:

Rock in Rio? Só amanhã

Eu sei que “só se fala” em Rock in Rio. Eu mesma “vou estar sendo” abduzida pelo festival nos próximos dias. Mas hoje, pra um grupinho de pessoas, só se fala em outra coisa: o show do Primal Scream no Circo Voador. O grupo vai tocar o disco Screamadelica (de 1991, ano mítico para o rock) na íntegra, mais alguns sucessos. O mais legal é que o aniversário de 20 anos do disco é EXATAMENTE hoje. Rock in Rio, só amanhã.

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